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Lançamento do Centro Cultural Brasil-Líbano em São Paulo

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Cantora Jehane Saade volta aos holofotes em São Paulo no lançamento do Centro Cultural Brasil- Líbano!

A cantora Jehane Saade foi presença ilustre no lançamento do Centro Cultural  Brasil-Líbano.

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Coletivo que apoia artistas na construção de bens patrimoniais e geração de conteúdo é lançado em evento no Rio de Janeiro

Idealizado pela cantora e empresária Jehane Saade, CEO da Map Agency, que vem trabalhando para inovar a articulação e o desenvolvimento do meio artístico, na busca por novos talentos, a One Real é voltada ao crescimento de artistas independentes ou que desejam gerar NFT’s de suas obras.

web3news.com.br

Sarau no Beco das Garrafas lança coletivo de artistas One Real

Mídias: Portal Voss , EGOSP , WEB3 NEWS

Marco Aurélio Canônico

Um sarau que misturou cultura e tecnologia digital, reunindo dezenas de artistas e um público sedento por novidades na noite de terça-feira (8/8), no Little Club, em Copacabana, marcou o lançamento de um projeto inovador, que promete dar visibilidade e remuneração justa a quem vive de música — o One Real. O projeto foi idealizado pela cantora e empresária Jehane Saade, CEO da Map Agency, que vem trabalhando para inovar a articulação e o desenvolvimento do meio artístico, na busca por novos talentos.

“A marca One Real impulsiona o crescimento de artistas independentes ou que desejam gerar NFTs (versão digital de um ativo, registrada em blockchain) de suas obras. Hoje, a One Real é um coletivo que apoia artistas na construção de bens patrimoniais e na geração de conteúdo de valor para a nossa sociedade”, disse a idealizadora. O sarau que marcou a estreia do projeto superlotou a casa de shows no célebre Beco das Garrafas, misturando veteranos e iniciantes, de vários estilos musicais, em clima improvisado e intimista.

“É uma honra estar com vocês. Obrigado por terem vindo prestigiar a música, a amizade e os encontros”, disse Saade na abertura do evento. “Estamos aqui juntos para criar o novo. Conto com a cooperação de vocês.”

A noite foi aberta em grande estilo pela cantora Yumi Park, que apresentou uma versão de “Cais” (Milton Nascimento) muito aplaudida pela plateia, acompanhada pelo pianista Renan Francioni. Entre os vários artistas que se apresentaram na noite, destacaram-se os jovens Lucas Grill, que apresentou três composições próprias, românticas, e Maria Ma, que também mostrou duas canções suas e uma versão bilíngue de “Sufoco”, sucesso de Alcione. O clima de camaradagem entre colegas de profissão era nítido, com muitas rodinhas de conversa e de ensaio que evocavam o passado histórico do Beco das Garrafas, berço da bossa nova e ponto de encontro da nata da MPB nos anos 1950 e 60.

“Acho maravilhoso esse tipo de evento, porque ele contempla os músicos. Representando uma instituição que trabalha com músicos e compositores, acho uma iniciativa superimportante, a Saade está de parabéns. Precisamos ter muitos desses eventos”, disse Celso Roberto Santhana, presidente da Ordem dos Músicos do Brasil. Ele também participou do sarau como músico, dividindo o palco com Saade e com o cantor e compositor Mombaça, que tem parcerias com Gilberto Gil, Ana Carolina e Mart’nalia. A idealizadora e mestre de cerimônias do sarau mostrou seus múltiplos talentos em cena. Além de cantar, Saade declamou poemas (do livro “Essa Mulher”, de Luciana Figueiredo) e apresentou uma dança típica do Oriente Médio acompanhada pela guitarra de Rodrigo Rodriguez.

Também procurou conscientizar e unir a classe dos artistas em prol de seus direitos. “Estamos num momento muito importante na música brasileira. Desde que a arte deixou de ter um produto, um CD, nossa classe está passando por grandes dificuldades”, disse Saade. “Não há transparência no repasse para os artistas, por isso a One Real tem a proposta do NFT. Se não formalizamos nossas obras, não conseguimos receber os repasses dos direitos autorais. Com NFT, não vamos mais depender de terceiros para saber quem consumiu nossas obras.” Diretora de comunicação da Associação Brasileira de Mídia Eletrônica (Abime), Miramar Mangabeira também esteve presente e se declarou encantada com o sarau. “A Saade mostrou à gente talentos incríveis, músicas lindas”, disse ela, que também mostrou seu lado de cantora e compositora apresentando sua canção “Pássaro Azul”. O fim da noite trouxe um convidado especialíssimo: o músico e cantor Donatinho, filho do icônico João Donato, morto em julho passado. Ele pôs o Little Club para dançar com “De Toda Maneira”, dele e do pai, e fechou o sarau com Saade, interpretando “O Mergulho”.

“Foi um grande convite da minha amiga Jehane Saade, um grande prazer tocar aqui”, disse Donatinho. “Esse tipo de evento é muito bem-vindo, fortalece e incentiva novos artistas da cena que nem sempre têm muita visibilidade. É importante abrir espaço para eles.” Os shows do sarau foram registrados em vídeo e poderão ser vistos em breve na plataforma onereal.tv. Saade também avisou ao público que a noite foi o embrião de uma ideia que pode ter continuidade. “O Sérgio (de Martino), aqui do Beco, nos convidou para transformar o sarau num streaming audiovisual”, disse a artista, deixando no ar a perspectiva de que o clima descontraído e criativo daquela noite se reproduza por mais tempo.

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08 Agôsto 2023

Saade cantou ao lado do artista plástico Marzio Fiorini. Artista Plástico está com lançamento em breve da Coleção de pinturas temáticas "Bossa Nova", breve no MGallery, no famoso hotel Térèse, em Santa Teresa

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08 Agôsto 2023

Saade apresentou múltiplos talentos, e apresentou dança típica do Oriente Médio, na guitarra autoral e Gypsy de Rodrigo Rodriguez, e a plateia atenta, ficou estonteada com o show.

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08 Agôsto 2023

Brilharam na noite Saade (idealizadora), Bruna Barros, Marzio Fiorini ( cantou música de seu tio, Morrer de Amor, sucesso na voz de Maysa), e Donatinho

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08 Agôsto 2023

A noite foi aberta em grande estilo pela cantora, grande revelação atual da música, Yumi Park. A intérprete apresentou uma versão de “Cais” (Milton Nascimento) e cantou convidou Saade, num clima intimista no Sarau Meta no Beco

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08 Agôsto 2023

Saade e Mombaça fizeram apresentação da música A verdade do filósofo Rumi (letra de domínio público), música de Ded, e arranjado em Bossa, pelo Presidente da Ordem dos Músicos - presente no evento, em que também os acompanhou no violão - Celso Santhama.

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08 Agôsto 2023

Donatinho e Saade Se reúnem no LF Cefé&Bistrô na Duvivier, no tradicional bistrô em Copacabana, próximo ao Beco, para tiveram reunião sobre o lançamento de novo single da parceria* .Saade e Donatinho almoçaram juntos num tradicional bistrô em Copacabana (LF Cefé&Bistrô, na Duvivier) para conversarem sobre novo lançamento da faixa autoral

Liga Libanesa do Rio de Janeiro celebra 65 anos em grande estilo.

... Presidente Sr. Rogério Bassil e Jehane Saade ... Suheil Saker ... Rogério Bassil ... Divulgação

Solenidade, show de cantor libanês, jantar típico, dança e muita confraternização marcam o evento

Sociedade cívico-cultural libanesa e seus descendentes no Rio de Janeiro, a Liga Libanesa do Rio de Janeiro, comemorou 65 anos de existência em grande estilo no no sábado, dia 20 de maio, em sua sede no bairro da Tijuca, Zona Norte do Rio. O evento contou com uma solenidade de abertura com autoridades, jantar típico libanês, show, dança e muita confraternização. Ao todo, cerca de 300 pessoas estiveram presentes na celebração.

Presidente da Liga, Rogério Bassil destacou a diferença de apenas doze anos da primeira representação diplomática do Líbano no Brasil, em 1946, para a criação da Liga, em 1958. Ele ainda ressaltou a importância da entidade. “É uma data memorável e muito importante para todos nós aqui presentes”, afirmou o presidente. “Nós enquanto Liga nos consagramos porque sempre lutamos pela preservação de nossa identidade libanesa. Em todos os momentos de nossa história falamos de nós mesmos, das nossas raízes e da nossa língua mãe”, acrescentou visivelmente emocionado.

Rogério Bassil relembrou ainda, com uma flâmula na mão, assinaturas e nomes de grandes personagens que integraram a liga libanesa: Juscelino Kubitschek, conhecido como JK e sua atuação bem sucedida da política dos 50 anos em cinco. Já o cônsul do Líbano no Brasil, Alejandro Bitar, se juntou ao presidente da Liga para enfatizar, com entusiasmo e positivismo, o interesse por reatar a força da tradição da entidade frente a sociedade e sua representação. A solenidade contou ainda com membros ilustres e descendentes da sociedade libanesa no Rio como a família Saade, símbolo do comércio e da moda no Brasil.

Neta de libaneses e ex-dançarina contratada da colônia libanesa por mais de uma década, Saada Kasatly relembrou seus tempos de dança e chamou a atenção para uma maior preservação das raízes e identidades culturais pela comunidade árabe no Brasil para além dos limites da Liga. “O Brasil sempre abraçou nossa cultura de maneira maravilhosa. Mas falta às nossas famílias divulgarem melhor a tradição lá fora. Pouco se fala sobre cursos de árabe na cidade”, afirmou.

Também neto de libaneses, o músico especialista em percussão árabe e indiana, Jaffer Swamani aproveitou para ressaltar a importância da divulgação da música árabe no Brasil e sua esperança de o Brasil cada vez mais se tornar um berço da cultura vinda do Oriente Médio. “Acredito que essa interação dos brasileiros com o universo árabe será cada vez maior e em breve o país se tornará um grande berço de nossas identidades”, explicou esperançoso.

Após a solenidade, o som ao vivo do cantor Suheil Saker, animou os convidados no jantar, e tirou das cadeiras as famílias ali presentes, levando a uma animada e calorosa celebração festiva. Aliás, era nítido e real para quem apenas observava o evento como espectador, o quanto todo o salão de festas local virou uma grande pista de dança com muitos abraços, afetos e demonstrações de entusiasmo estampados nos rostos de todos, exultantes. Era muito difícil alguém ficar parado por mais de cinco minutos.

No meio do show de Suheil Saker, bailarina e cantora Jehane Saade, fez uma participação com uma interpretação da música francesa Memories, de George Moustaki (cantor que participou do movimento da Bossa Nova no Brasil) com uma versão pop Oriental e melodia típica libanesa: o baladi. Antes de se apresentar, Jehane destacou o tamanho da comunidade libanesa que vive no Brasil. "Dados da Agência do Senado Federal Brasileiro mostram que entre imigrantes e descendentes, existem cerca de 10 milhões que vivem no Brasil. O número é quase três vezes a população do Líbano, em torno de 3,5 milhões de habitantes", destacou. A apresentação de Jehane contou ainda com auxílio luxuoso das bailarinas da escola de dança da Liga, que acompanharam-na ao palco, tudo improvisado e ao vivo. Uma noite realmente memorável.

Vinicius Zepeda
Jornalista

Fotos do evento

Comunidade libanesa 

Veja abaixo:

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Líbano no Brasil

Cultura e costumes de geração para geração.

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Edição vídeo: Srta. Clara (Map Agency)
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